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Depois de um tempo viajando de férias – período no qual o blog ficou em hibernação – reinicio as postagens pegando emprestada a conhecida frase de Roberto Carlos.

Quem se aventura a fazer literatura no Brasil sabe que quase sempre o único retorno esperado são as emoções que vivemos ao longo da jornada: ter pela primeira vez o livro editado em mãos, receber os amigos no dia do lançamento, conversar com os leitores e merecer manifestações de carinho aqui e acolá.

Pois no quesito “emoções”, minha, até então, curta jornada tem sido riquíssima. Quase chorei ao ver O DONO DA LUA prontinho, com as ilustrações belíssimas da Martha Werneck e numa edição caprichadíssima da minha editora Escrita Fina, pelas mãos da adorável Laura. Não acreditei que, em pleno domingo de sol, quase carnaval e com bloco na rua, tive três horas de fila esperando pelo meu autógrafo no dia do lançamento. E me emociono cada vez que visito uma escola e vejo os olhinhos brilhantes das crianças, que acompanham entusiasmadas a aventura de Nick em busca da Lua.

Pois nessas férias, além da alegria de encontrar amigos e familiares que não via há muito tempo, vivi outra grande emoção, esta relacionada ao dono da Lua. Ganhei da minha prima Fernanda uma estátua linda do seu Selênio, feita pelo seu pai, Aldo. Ao pé da estátua, a seguinte citação do livro:

“Até hoje ninguém acreditou que eu existisse de verdade. E logo um moleque de calças curtas vem aqui em cima perguntar se eu sou o dono da lua! Claro que eu sou o dono da lua, quem mais seria se não eu?”

Não precisa nem dizer que quando vi essa beleza de trabalho homenageando o meu personagem eu chorei. Ficou lindo! Pra ver melhor os detalhes, é só clicar sobre a foto.

Obrigada Fê e Aldo por mais essa emoção!

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